Wednesday, January 20, 2010

1969 - O Fim de Beto Rockefeller

Jornal do Brasil
Data de Publicação: 29/11/1969






A NOVELA NÃO É MAIS A MESMA
Beto Rockefeller acabou ontem, em São Paulo; chega ao fim a primeira experiência brasileira da novela-verdade. Inovou, quase revolucionou, regenerou a telenovela que a crítica não poupava desde o estrondoso sucesso (na sua área intelectual) de Direito de Nascer. Com o Beto aconteceu o fenômeno que a Sociologia chama de permissão social, ou seja: quem assistia novelas às escondidas passou a ter o direito de proclamá-lo, de discutir em publico o tema que de repente se tornou inserido no contexto e, portanto, válido. Agora, sem correr o risco de se ver epitetado de pobre de espírito e alienado todo mundo pode ver novela. Mas a televisão no Brasil é eminentemente comercial e, a partir do momento em que se começa a falar muito de boa telenovela, os empresários se entusiasmam com os números mais ou menos misteriosos do IBOPE. Aí e que está o problema - a telenovela não acaba mais; os tantos capítulos previstos são aumentados n vezes. Como diz a atriz, Marília Pêra, "ninguém consegue mais levar aquilo a sério." Nem o autor, Bráulio Pedroso, que entrou em férias e deixou a responsabilidade de muitos capítulos a um substituto; nem o diretor, Lima Duarte, idem; nem o ator principal, Luís Gustavo, idem.

No entanto, um dia tem que acabar - e, finalmente, um ano, um mês e nove dias depois de iniciada, a história do mau-caráter Beto Rockefeller chega ao fim. Apesar dos senões, considera-se que foi uma boa experiência. Tanto que, de acordo com uma pesquisa especial JB/Marplan, 27% dos cariocas estão acompanhando a novela que aqui continua até janeiro ou fevereiro.

A INVASÃO VEIO DE CUBA

Talvez o maior responsável seja Felix Caignet, que escreveu em 1946, o dramalhão mais identificado pelo brasileiro com o estilo mexicano do que com o cubano que ele é. Mas quem lançou O Direito de Nascer na televisão, em dezembro de 1964, foi Válter Clark, então na TV Rio, hoje na Globo, como diretor-geral.E ele continua fiel à linha que lançou: ''A grande propaganda desenvolvida ao redor da propalada nova linha de telenovelas não tem maior consistência (embora sem negar o valor de Bráulio Pedroso). É, no entanto, preciso deixar bem claro que há fatores indispensáveis a uma telenovela, sem os quais não se consegue de fato atingir o público. Acredito que o dramalhão, a história essencialmente marcada pelo sofrimento, pela dor humana, seja condição indispensável à estruturação de uma novela. À medida que tais ingredientes sejam negligenciados, creio que o público será afastado pelo fato mesmo". 



Nélson Rodrigues (que escreveu A Morta Sem Espelho, sob o pseudônimo de Verônica Blake) já dizia que "a telenovela é feita à nossa imagem e semelhança e tem que ter o nosso mau gosto; o padrão tem que ser este mesmo que os intelectuais acham hediondo".Injustiça: não são apenas os intelectuais que acham hediondo o padrão lácrimo-alienado da televisão brasileira; quase todos os atores estão procurando lugar nessa canoa batizada Beto Rockefeller e que procura novos caminhos no oceano de mediocridade, no qual quase todos mergulham quando teatro indigente os afoga em problemas financeiros. São eles que dizem:"A TV é uma engrenagem monstruosa. Assim que puder escapar de la, volto ao teatro", (Sérgio Cardoso, criador de Antônio Maria, o ator mais bem pago da televisão nacional)."Sei que a TV vive dentro de um esquema comercial. O sujeito quer vender salsichas e você trabalha num espetáculo que tem público e as pessoas são convidadas a comprar salsichas", (Cláudio Marzo, o índio Robledo de A Rainha Louca, que já fez teatro sério — Os Pequenos Burgueses — enquanto o dinheiro deu).


''Não pretendo fazer carreira de ator, em caráter definitivo. Considero isso um simples episódio em minha vida", (Carlos Alberto, o Federico Aldama de Eu Compro Essa Mulher, professor formado nos Estados Unidos.)Não foi, porém, por força de qualquer posição revolucionária e de desprendimento intelectual que se resolveu lançar a experiência de Beto Rockefeller. O motivo foi absolutamente comercial (sem que se dê ao termo qualquer sentido pejorativo): a TV Tupi de São Paulo estava nos últimos lugares de audiência e precisava fazer alguma coisa para subir.O diretor-artístico Cassiano Gabus Mendes acreditou na palavra do padre Ozanã, diretor do Curso de Sociologia e Política da PUC (''Acho que programas como esses subestimam o povo; ele merece coisa muito melhor e tem capacidade para compreendê-la"), e partir para algo mais inteligente. Foi ele quem imaginou o personagem Beto Rockefeller, observando na boate de que é sócio, na Rua Augusta, o bicão, um tipo que a freqüentava assiduamente acompanhando grupos de pessoas mais ricas, embora fosse modesto comerciário.


— A personalidade de Beto enquadra-se no quadro genérico de personalidade psicopática. São aquelas personalidades anormais, que sofrem e fazem sofrer a sociedade — diz o neuropsiquiatra Washington Loyello, do Serviço Nacional de Doenças Mentais.


— Tais tipos são chamados desequilibrados psíquicos, caracteriopatas ou condutopatas. Beto se aproxima mais dos denominados psicopatas necessitados de estima, ou pseudólogos, aqueles que falseiam seus valores para o mundo exterior, seja por vaidade, por carência de afeto ou pela tendência a aparentar mais do que aquilo que realmente são. Sempre insatisfeitos, tentam subir demais e geralmente são desmascarados .Bráulio Pedroso, teatrólogo, ex-crítico literário, jovem, foi encarregado de desenvolver o tipo, em texto simples mas bem elaborado, que permitisse aos intérpretes a inclusão de cacos sem perda da linha original. Lima Duarte (que já dirigira O Direito de Nascer — ''só 26 capítulos; depois não agüentei mais") assumiu a direção, imprimindo à telenovela um ritmo ágil, alegre, quase de cinema, aproveitando-se das muitas cenas externas.





Veio o sucesso e o estica-estica, até que os dois cansaram, inclusive por causa da censura — afinal, não se podia permitir a apresentação daquele mau exemplo para a juventude, um personagem que vivia da mentira (aí a novela passou para aquele horário após o aviso: ''Senhores pais, já passa das tantas horas, etc").Com a palavra, novamente, o Dr. Loyello:— E' na juventude que o personagem Beto tem maior repercussão. A própria condição de insegurança, de busca de auto-afirmação, e a necessidade de estima, que são características da situação juvenil, despertam admiração pelas conquistas fáceis e sucessos momentâneos obtidos por Beto. 


Mesmo assim, ele será sempre um marginal. Beto não é um herói tradicional, porque mais cedo ou mais tarde a sociedade o irá desmascarar e afastar (como se vê no último capitulo da novela: o bem tem que vencer o mal). Tampouco é um anti-herói na verdadeira acepção do termo, porque não nega nem é indiferente aos valores da sociedade em que vive. Pelo contrário, quer penetrar nela e sair vencedor sem modificar-lhe as estruturas.


Então, qual é a vantagem de Beto Rockefeller? Meia hora depois de terminada a gravação do último capítulo, todo o elenco concluída que a realização marcou um ponto na história da televisão brasileira, porque elevou seu nível cultural.


Demonstrado que um bom programa também pode fazer sucesso — os índices de audiência fornecidos pelo IBOPE estiveram sempre entre o máximo de 39%, e o mínimo de 20%, no horário nobre, considerados muito bons numa cidade em que há seis emissoras de televisão — todos estão entusiasmados com a possibilidade de continuar realizando alguma coisa de mais interessante que a mediocridade reinante. 


O interesse puramente comercial transbordou até os artistas, os profissionais, que não podem largar a mina da televisão mas desejam fazer alguma coisa que lhes dê realização pessoal, em nível intelectual. O autor Bráulio Pedroso analisa sua criação:— A grande vantagem de Beto Rockefeller foi ter mostrado que as verdades não são tão verdades assim. Geralmente, os meios de comunicação de massa estabelecem alguns padrões como definitivos Assim, até o surgimento do Beto ninguém poderia admitir a existência do anti-herói e os personagens não podiam ser nem bons nem maus. O que Beto Rockefeller mostrou é que o público não quer apenas a suposta verdade dos velhos esquemas .


— Beto mostrava o comportamento das classes sociais com grande dose de realidade, na medida em que a maior parte de seus personagens existe, alguns mesmo com nomes iguais.E as andanças de Beto entre as classes sociais são a razão intrínseca do sucesso e da aceitação do personagem na classe média, segundo o sociólogo Carlos Alberto de Medina.


— O atrativo principal é a multiplicidade de papéis sociais que o personagem é chamado a desempenhar. Isso porque a classe média é sociologicamente indefinível, não tendo uma posição social fixa. Normalmente, o indivíduo da classe média se reveste de várias formas ou desempenha vários papéis, de acordo com o ambiente em que se encontra. Existe assim uma identificação entre Beto e o telespectador da classe média.Nas novelas convencionais, ao contrário, os personagens principais são tipos sociais fixos: o galã, o galã feio, o vilão, a mulher fatal, a ingênua, etc. As camadas mais baixas, financeira e intelectualmente aceitam essa rigidez porque não expressam, como as classes média e alta, um processo de mobilidade social.


''A novela — dramalhão — alienante causa impacto apenas epidérmico, as pessoas atingidas profundamente já são predispostas a isso pela própria natureza, de modo que qualquer outra coisa, por mais boba que seja, exerce nelas uma grande influência", acrescenta o já citado padre Ozanã a tese do professor Carlos Alberto de Medina. Continua o sociólogo:


— Beto Rockefeller demonstra ainda que a classe alta oferece uma possibilidade de abertura ao aventureiro decidido que nela queira penetrar. Os espectadores são levados a crer que o acesso às mulheres, ao dinheiro e ao sucesso social não é assim tão difícil. Neste ponto o encontro de Beto (Luís Gustavo) com Nélson Rockefeller (o Governador de Nova Iorque, que esteve no Brasil como emissário do Presidente Richard Nixon) teve uma importância fundamental para quem acompanhava a novela. Ficou provado, por meio desse símbolo, que o acesso às mais altas esferas é possível e pode passar da ficção à realidade .


(E o Departamento de Estado norte-americano, preocupado, mandou perguntar à Embaixada americana no Brasil se aquele encontro era uma gozação ou coisa parecida. Responderam que não; era só propaganda, a alma do negócio).Além dos aspectos intrínsecos, este fator á propaganda bem dirigida — justifica o sucesso de Beto Rockefeller. Através dela se conseguiu a dita permissão social para assistir à novela avançada, moderna, pra frente. ''Por si só — conclui o sociólogo Carlos Alberto de Medina — Beto Rockefeller não tinha condições de conquistar um público que não gostasse de novelas."

VERDADE E FANTASIA CUSTAM QUASE O MESMO

custo de produção de uma telenovela oscila entre NCr$ 600 mil e NCrS 800 mil; não há diferenças sensíveis entre um texto de época e um atual. A despesa maior é a do lançamento: publicidade, produção de cenários e figurinos, eventuais viagens do elenco para gravações externas.



Na contabilidade, a novela de texto moderno deveria ser mais cara. Nas novelas de época, os trajes são quase todos fornecidos pelo guarda-roupa da própria televisão. O público não é exigente quanto à ambientação em uma época que não conhece; por isso, os atores passam quase toda novela variando pouquíssimo as roupas. Também o cenário é fácil: um mesmo tapete na parede, aquela janela - está criado o palácio. No texto atual, não. O público sabe o que está vendo e exige fidelidade nos cenários, muito caros quando se trata de uma casa de gente rica. Também os figurinos são mais caros, pois o ator e a atriz não podem aparecer com a mesma roupa, que todo mundo repara. A solução, que impede o encarecimento, é a permuta de publicidade, o guarda-roupa e o mobiliário são cedidos por lojas comerciais, creditando-se as ofertas nos letreiros que antecedem cada capítulo. Quanto à sonoplastia, requer-se muito mais sentimento e sensibilidade do que conhecimentos profundos de música.


— O importante é saber escolher o tema que se coadune com os personagens e que se identifique com as imagens apresentadas — diz um sonoplasta da TV Globo.





A música é tão importante que, às vezes, o autor se inspira no tema para criar novos quadros e até capítulos. Geralmente a trilha sonora compõe-se de um tema composto especialmente para cada novela, de músicas que sublinhem o estado dos atores em determinado momento (suspense, tensão, medo, espanto), o que às vezes é conseguido com simples acordes, sempre escolhidos pelo sonoplasta.Nos textos de época a sonoplastia é mais difícil; não se pode colocar música de guitarra num castelo do século XVII.


A mecânica da telenovela baseia-se toda no trabalho de equipe. Escolhido o tema-base pela direção artística da emissora, a encomenda é feita aos escritores (entre outros, Dias Gomes, Janete Clair, Glória Magadan). Em seguida, diretor, autor, produtor, cenógrafo, figurinista e sonoplasta se reúnem para decidir os detalhes. O autor sugere muita coisa, mas a última palavra é sempre do diretor, que controla atores, figurantes, maquiladores, operadores de câmara, técnicos de vídeo-tape, eletricistas, carpinteiros, pintores.


Segundo a escritora Glória Magadan ( exilada cubana que vive no Brasil há cinco anos) , esta mecânica é a mesma para qualquer tipo de novela, seja de época ou moderna.— Em estrutura não existe diferença. Volto a repetir que o processo de construir um personagem — que tenha um denominador comum com gente que existe — é o mesmo. A imperatriz foi traída pelo marido, coitada; mas qualquer mulher moderna também vai sofrer com a traição do marido. A mecânica é a mesma, sempre, com exceção de Beto Rockefeller, que não segue os caminhos tradicionais, pois fotografa a realidade tal qual é. É um desses fenômenos que marcam fortemente, mas não conseguem ser imitados. E, muito especial.


Já a atriz Regina Duarte acha que Beto Rockefeller não é uma novela ''é uma crônica muito bem-feita".Talvez isso explique o sucesso da novela-verdade: não é novela, embora aparente por ser dividida em capítulos.

LUÍS GUSTAVO, O BETO

Luís Gustavo, casado, 35 anos, é o ator que criou o personagem Beto Rockefeller. Foi seu maior sucesso, mas — para ele — não seu papel mais importante.— Se me perguntam se este é o trabalho que mais me significou, digo que não. Acho que meu papel de Raskolnikoff no Crime e Castigo, de Dostoievsky, foi mais precioso, artisticamente falando. Beto me exige muito, à medida que é muito arisco, sempre por dentro, essencialmente móvel e dinâmico, traços que chegam a me cansar bastante.Beto Rockefeller já não entusiasma tanto Luís Gustavo — "não tem para mim sentido tão atual, pois comecei a gravá-la há mais de um ano; para falar a respeito preciso mesmo recorrer à memória.



"Luís Gustavo reconhece que desde então todo o cenário das telenovelas evoluiu, mas nem tanto quanto gostariam ele e seu grupo.


— O plano original era fazer o trabalho com base apenas em exteriores, de modo a reagir violentamente contra o esquema fechado que então predominava. Todavia, o fator tempo e o alto custo decorrente fizeram com que os interiores ganhassem relevo. Não havia condições para sermos tão fiéis a nossos objetivos quanto queríamos.No entanto, ele destaca coisas importantes que ficaram da experiência com a primeira novela-verdade:


— Muito importantes me parecem as tendências evidenciados pela ambientação das tomadas de cenas nos lugares da moda e pela utilização constante das músicas mais em voga no momento, o que sem dúvida muito contribui para atrair a juventude. Esse público jovem sente-se em foco e reage muito bem. As moça s deixam-se conquistar por Beto, cuja fundamental boa intenção é muito acatada; os rapazes sentem-se mais ou menos retratados, ao menos nos traços de Beto que constituem um arquétipo do jovem brasileiro dos grandes centros urbanos.Luís Gustavo, porém, não considera que este seja o único caminho para a telenovela, admitindo a permanência da linha melodramática.


— Acredito que as novelas de época, ou desengajadas nos pontos-de-vista tempo e espaço, continuarão a ter sentido, ao mesmo tempo em que a linha de Beto também será cada vez mais enriquecida por iniciativas semelhantes e ainda mais pra frente. É nesse sentido que Bráulio Pedroso está preparando o Super-Plá, novela na qual represento um personagem de histórias em quadrinhos, que fica superpoderoso quando toma determinado refrigerante fabricado pela namorada (sem ciclamato).

ÚLTIMO CAPÍTULO

E aqui está o último capitulo (o .. 298°) de Beto Rockefeller, cuja gravação demorou quase oito horas.Cena 1: Beto no escritório de Otávio. O pai de Lu estende-lhe um contrato de casamento com cláusula de separação de bens Beto espanta-se; imediatamente faz das "ótimas relações" entre seus pais o assunto da conversa. Otávio corta e pergunta se Pedro, o pai de Beto, sabe escrever.



— Quem, papai? Já escreveu dois livros de psicologia e muitos artigos para jornais e revistes — responde Beto com cinismo .— Eu pergunto porque vi uma carta escrita por seu pai — diz Otávio. 


— Émuito mal redigida, embora o conteúdo seja excelente.Beto se cala, olha para os lados, ten ta sair pela tangente: a carta é falsa. Otávio estoura:


— Beto, você é um moleque, mentiroso, sem-vergonha, de quem todos já estão cansados.— Ora, Otávio, você não precisava me insultar.


— Você está acima do insulto, Beto, você é o próprio insulto - reafirma Otávio com um sorriso no canto dos lábios.Beto pega o contrato de casamento, diz que vai fazer uma consulta a seu advogado, e sai.


Otávio telefona a Manuela contando a novidade: Beto é mentiroso, um duro que não tem onde cair morto. Manuela ri e, pouco depois, numa cena rápida, em conversa com Otavinho, filho de Otávio e recém-chegado de uma bolsa-de-estudos nos Estados Unidos, torna-se evidente que eles são amantes. Otávio perde Beto, um grande amigo, Manuela, amante potencial, e Neide, sua ex-amante, que fica com um jornalista carioca.Uma cena na sala de visitas, entre Beto e Lu. Ela está satisfeita em encontrá-lo; ele, não muito. Lu chora quando ouve Beto confessar que não a ama e que tudo era uma farsa, mas ainda tenta prendê-lo. Não adianta; Beto se despede e sai pela varanda. Carlucho torna-se namorado oficial de Lu.


Vitório e Cida, num diálogo, anunciam seu casamento. Foi ela quem entregou a Carlucho e este a Otávio, a carta de Pedro cheia de erros de português. Isso não importa para Vitório, que promete não dar muita importância às advertências que Cida he faz sobre o próprio temperamento; acha que assim mesmo serão felizes e que vale a pena tentar. Cida beija-o na boca; Vitório explode: "Gooool".


Beto tem um encontro com Renata, amiga de Lu, que já sabia de tudo, antes mesmo de surgir a carta. O diálogo mostra que Renata era a grande amiga de Beto. No sofá, ele deitado, ela sentada, a mala pronta para uma viagem, os dois se despedem rapidamente.Antes, ele já havia passado pela casa dos pais, mas não conta que pretende desaparecer de São Paulo sozinho A mãe percebe que talvez não o veja mais e ten ta mais um abraso, mais um beijo.Beto sai rapidamente e nem fica sabendo que Otávio e Maitê se reconciliaram para viver felizes por muitos e muitos anos.

NOVELAS EM CARTAZ NO RIO

Novela Canal Dia Hora
Antônio Maria (reapresentação) 6 segunda a sexta 11h30m
Rosa Rebelde (reapresentação) 4 segunda a sábado 13h30m Algemas de Ouro 13 segunda a sexta 18h
A Menina do Veleiro Azul 2 segunda a sexta 18h30m
Enquanto Houver Estrelas 6 segunda a sexta 18h30m
Nino, o Italianinho 6 segunda a sexta 19h
Vidas em Conflito 2 segunda a sexta 19h10m
A Cabana do Pai Tomás 4 segunda a sábado 19h10m
Dez Vidas 2 segunda a sexta 20h
Véu de Noiva 4 segunda a sábado 20h
Verão Vermelho 4 segunda a sábado 21h30m
Beto Rockefeller 6 segunda a sexta 22h

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